Cafeteira da Arno
Cafeteira da Arno na cozinhaFaz reflexo nos olhos da visitaMas eu troco o café de uma WalitaPelo bule de ferro que mãe tinhaO suor na "barriga" da quartinhaÉ sinal que a água tá "primeira"Posso até precisar de geladeiraMas a água do pote é muito boaE o conforto na vida da pessoaSó dependa da vida que ela queira!
Há quem chame um "fiel" de mão armadaDe um servo de deus que se levantaPra matar numa tal de "guerra santa"Que de santa, jesus não acha nadaO hamas explodindo a embaixadaIsrael atirando de aviãoNa escola que guarda muniçãoMas que tem a criança como escudoA retina de deus enxerga tudoO que faz um irmão, com outro irmão!
Ao invés de sujar, plante uma florQue pra isso o planeta é mais fecundoQuando um filho malvado fere o mundoSeu irmão também sente a mesma dor...Dessa forma a indústria enterra um drenoQue é por onde ela injeta o seu venenoNa corrente sanguínea da represaNa metade do tempo a fruta crescePoucos dias depois ela apareceEnfeitando o pomar da minha mesa!
Toque num verso para ouvir a partir dele. Leitura em voz sintética.