Coisas do sertão
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0:00 / 0:36 Ao romper da madrugada,um vento manso desliza,mis tarde ao sopro d brisa,sai voando a passarada.Uma tocha avermelhadaaparece lentamente,na janela do nascente,saudando o romper da aurora,no sertão que a gente moramora o coração da gente.
O cantador violeirolonge da terra querida,sente um vazio na vida,tornando prisioneiro,olha o pinho companheiro,aí começa a tocar,tem vontade de cantar,mas lhe falta inspiração.Que a saudade do sertãofaz o poeta chorar.
Toque num verso para ouvir a partir dele. Leitura em voz sintética.