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Biblioteca de Poesiarepente · cordel · cantoria
Retrato de Cancão

Cancão

Nome completo
João Batista de Siqueira
Nascimento
1912, São José do Egito (PE)
Morte
1982, São José do Egito (PE)
Região
São José do Egito · PE

João Batista de Siqueira, o Cancão, começou na viola e terminou no livro. Por volta de 1950 deixou a cantoria para se dedicar só à poesia escrita, e foi oficial de Justiça na cidade enquanto compunha uma obra que a crítica aproxima do romantismo, com ecos de Castro Alves e Fagundes Varela filtrados pela paisagem do Pajeú. Publicou 'Musa Sertaneja' (1967), 'Flores do Pajeú' (1969) e 'Meu Lugarejo' (1979), e a Revista Continente chegou a chamar sua obra de 'uma bíblia poética'. Morreu em 1982 na São José do Egito onde nasceu; no centenário, a cidade lhe dedicou mesas de glosas, e a Cepe reuniu sua obra completa na coleção Letra Pernambucana.

Ainda não temos poemas de Cancão no acervo. Enquanto isso, veja os livros, os vídeos e as fontes abaixo.

Livros

capas e dados da edição
Musa Sertaneja
Musa Sertaneja 1967
Flores do Pajeú
Flores do Pajeú 1969
Meu Lugarejo
Meu Lugarejo 1979
Palavras ao plenilúnio
Palavras ao plenilúnio org. Lindoaldo Campos · 2007 Edição dos poemas de Cancão, com notas sobre as variantes.
Cancão, o gênio inocente
sobre o poetaCancão, o gênio inocente Paulo Passos · 2012

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