O meu é um trinta e oito
Ouça o poema
0:00 / 0:14 O meu é um trinta e oitoNa mão de um cabra valenteBola cheia, cano longoQueixo atrás, mira na frenteO queixo quebrando as balasE as balas matando gente
Toque num verso para ouvir a partir dele. Leitura em voz sintética.