Na noite santa em que nasceu Jesus
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0:00 / 0:40 Bebo. E, bebendo pela vida aforaEsqueço-me das mágoas torturantesDe hora em hora, de instantes em instantes,De instantes, em instantes, de hora em hora.
Vejo as visões que já não tenho agora,Visões e outrora que já vão distante.São fantasmas de amor extravagantes,Extravagantes ilusões de outrora.
Bebo. E ninguém me culpe desse vício;Se eu rolar, ou tombar no precipício,Conduzirei, sozinho, a minha cruz.
Porém, jamais, embora frente à taçaMe esquecerei do amor, da luz, da graça,Na noite santa em que nasceu Jesus.
Toque num verso para ouvir a partir dele. Leitura em voz sintética.